Um tempo se passou. O lance da Aninha acabou parando por conta da minha consciência com a Bruna. Mas naquela tarde...
Era por volta da 13h e eu acordei. Iria terminar com Bruna, já estava decidida! Me levantei, fui ao banheiro, tomei um banho, me arrumei e desci.
- Boa tarde dorminhoca! [Bruna]
- Oi... Cadê o povo dessa casa? [eu]
- Nana foi no mercado com sua irmã e seu pai saiu de carro! [Bruna]
- Estamos sozinhas? [eu]
- Sim! [Bruna]
- Melhor... Preciso falar com você! [eu]
- Fale! [Bruna]
- Bruna, gosto muito de você. Você é uma pessoa incrível, mas eu não te mereço e também estou precisando de um tempo pra mim. Estou me sentindo muito pressionada com esse relacionamento! [conclui]
- Você está terminando comigo Madú? [Bruna]
- Me desculpe Bruna, mas vai ser melhor pra nós duas! [eu]
- Madú, eu te amo! Não faz isso comigo, por favor! [Bruna]
- Bruna, o que nós vivemos foi ótimo, muito bom... Mas não posso continuar com isso, justamente por você dizer que me ama e eu não poder te dizer o mesmo, entende? [eu]
- Eu não me importo se você não me ama, mas eu preciso de você comigo Madú! [Bruna]
- Me desculpe Bruna, não dá mais! [eu]
Bruna, inconformada com o término, subiu as escadas chorando. Resolvi deixá-la só. Seria melhor. Fiquei na sala assistindo TV.
Por volta das 14h, Nana e Renata voltaram do mercado.
- Logo vou servir o almoço. [disse Nana]
- Cadê a Bruna? [perguntou Renata]
- Está no quarto dela, eu acho! [eu]
- Vocês brigaram? [Renata perguntava subindo as escadas]
- Mais ou menos... [eu]
Enquanto Nana arrumava a mesa e eu via TV, Renata subira para chamar Bruna para almoçar. No instante seguinte escuto minha irmã gritar.
- MAAAAAADUUUU! [Renata]
Era por volta da 13h e eu acordei. Iria terminar com Bruna, já estava decidida! Me levantei, fui ao banheiro, tomei um banho, me arrumei e desci.
- Boa tarde dorminhoca! [Bruna]
- Oi... Cadê o povo dessa casa? [eu]
- Nana foi no mercado com sua irmã e seu pai saiu de carro! [Bruna]
- Estamos sozinhas? [eu]
- Sim! [Bruna]
- Melhor... Preciso falar com você! [eu]
- Fale! [Bruna]
- Bruna, gosto muito de você. Você é uma pessoa incrível, mas eu não te mereço e também estou precisando de um tempo pra mim. Estou me sentindo muito pressionada com esse relacionamento! [conclui]
- Você está terminando comigo Madú? [Bruna]
- Me desculpe Bruna, mas vai ser melhor pra nós duas! [eu]
- Madú, eu te amo! Não faz isso comigo, por favor! [Bruna]
- Bruna, o que nós vivemos foi ótimo, muito bom... Mas não posso continuar com isso, justamente por você dizer que me ama e eu não poder te dizer o mesmo, entende? [eu]
- Eu não me importo se você não me ama, mas eu preciso de você comigo Madú! [Bruna]
- Me desculpe Bruna, não dá mais! [eu]
Bruna, inconformada com o término, subiu as escadas chorando. Resolvi deixá-la só. Seria melhor. Fiquei na sala assistindo TV.
Por volta das 14h, Nana e Renata voltaram do mercado.
- Logo vou servir o almoço. [disse Nana]
- Cadê a Bruna? [perguntou Renata]
- Está no quarto dela, eu acho! [eu]
- Vocês brigaram? [Renata perguntava subindo as escadas]
- Mais ou menos... [eu]
Enquanto Nana arrumava a mesa e eu via TV, Renata subira para chamar Bruna para almoçar. No instante seguinte escuto minha irmã gritar.
- MAAAAAADUUUU! [Renata]
O grito de Renata fora de desespero. Subi as escadas correndo e me dirigi ao quarto de Bruna. Chegando na porta, avistei o corpo de Bruna estendido no chão, e logo ao lado uma garrafa de vodck que ela escondera em seu quarto, e mais uns 3 vidros de alguns comprimidos espalhados no chão. Fiquei estagnada por um instante. Não sabia o que fazer e muito menos no que pensar, eu só conseguia ficar parada olhando-a ao chão. Aquilo era culpa minha! E se algo acontecesse com Bruna, jamais me perdoaria.
- MADU! Chame a ambulância, rápido! [Renata]
Obedeci então. Corri até o telefone e liguei para emergência. Instantes depois a ambulância chegara para levar Bruna. Fui para o hospital junto com a ambulância.
Chegando lá, fiquei na sala de espera junto com minha irmã que tinha ido de carro para o hospital. Eu estava totalmente aflita. Era culpa minha aquilo ter acontecido. E porque Bruna tentara se matar? Ela era louca? É... talvez louca por mim!
Meu celular toca:
- Amiga, onde você está? [Aninha]
- No hospital Ana! [minha voz era tremula]
- Como assim? O que houve? [Aninha estava preocupada]
Contei-lhe desde o começo...
- Madú, fica calma que eu estou indo ai! [Aninha desligou]
Uns 20 minutos depois, Aninha chegara. Eu só conseguia abraçá-la e chorar.
- Calma Madú, eu to aqui! [Aninha]
- É culpa minha Ana... [eu dizia aos prantos]
- Madú, não é culpa sua, fique calma, vai ficar tudo bem! [Aninha]
Depois de muito tempo de espera, o médico veio nos falar.
- Algum responsável por Bruna Maciel? [médico]
- Eu doutor! [Renata]
- Pois bem... Bruna se encontra em repouso agora. Nós fizemos uma lavagem estomacal nela. E digo que por pouco mais de demora, o quadro seria bem complicado. Mas correu tudo bem. Ela está ótima. [médico]
- Doutor, posso entrar pra vê-la? [eu]
- Sim, mas não demore, ela precisa descansar. E se tiver uma boa recuperação, amanhã mesmo tem alta! [médico
- MADU! Chame a ambulância, rápido! [Renata]
Obedeci então. Corri até o telefone e liguei para emergência. Instantes depois a ambulância chegara para levar Bruna. Fui para o hospital junto com a ambulância.
Chegando lá, fiquei na sala de espera junto com minha irmã que tinha ido de carro para o hospital. Eu estava totalmente aflita. Era culpa minha aquilo ter acontecido. E porque Bruna tentara se matar? Ela era louca? É... talvez louca por mim!
Meu celular toca:
- Amiga, onde você está? [Aninha]
- No hospital Ana! [minha voz era tremula]
- Como assim? O que houve? [Aninha estava preocupada]
Contei-lhe desde o começo...
- Madú, fica calma que eu estou indo ai! [Aninha desligou]
Uns 20 minutos depois, Aninha chegara. Eu só conseguia abraçá-la e chorar.
- Calma Madú, eu to aqui! [Aninha]
- É culpa minha Ana... [eu dizia aos prantos]
- Madú, não é culpa sua, fique calma, vai ficar tudo bem! [Aninha]
Depois de muito tempo de espera, o médico veio nos falar.
- Algum responsável por Bruna Maciel? [médico]
- Eu doutor! [Renata]
- Pois bem... Bruna se encontra em repouso agora. Nós fizemos uma lavagem estomacal nela. E digo que por pouco mais de demora, o quadro seria bem complicado. Mas correu tudo bem. Ela está ótima. [médico]
- Doutor, posso entrar pra vê-la? [eu]
- Sim, mas não demore, ela precisa descansar. E se tiver uma boa recuperação, amanhã mesmo tem alta! [médico
Entrei no quarto e ela estava acordada, então perguntei:
- Posso entrar? [eu]
- Pode... [ela disse com uma cara de arrependimento]
Entrei e me sentei numa cadeira ao lado da cama. Segurei-lhe a mão.
- Porque fez isso? Quer me matar do coração? [eu]
- Agora você se importa? [Bruna]
- Eu sempre me importei! [eu]
- Se eu não podia te ter, pra que continuar sem a menina que eu amo?! [Bruna]
- Não seja tola Bruna! Tirar a própria vida? Acha mesmo que essa seria a solução? Não pense assim... [eu]
Bruna ficou um instante em silêncio...
- Me desculpe?! [Bruna]
- Me prometa que nunca mais vai fazer isso, ou algo parecido com isso, ou qualquer merda do tipo Bruna! [eu]
- Prometo! [bruna]
Um novo silêncio...
- Madú... [Bruna]
- Oi? [eu]
- Eu te amo! [Bruna]
- Com licença... A visita acabou. A paciente precisa descansar bem para que receba alta amanhã! [o médico chegou interrompendo a conversa]
- Cuide-se... Amanhã venho te buscar! [sai do quarto então]
Voltei para a sala de espera planejando como meu pai não iria sabe do ocorrido. Eu queria evitar interrogatório...
- Renata, preste atenção! Papai não pode saber disso. Então quando chegar em casa, diga para Nana não comentar nada com papai. Eu vou dormir na casa da Aninha, e para todos os casos, a Bruna está comigo lá! Certo?! [eu]
- Tudo bem... Já estava pensando em algo por causa do papai! [Renata]
- Então pronto, é isso... E NADA aconteceu... [eu]
- OK! [Renata]
- Certo Aninha?! [eu]
- Sem problemas... [Aninha]
Renata nos deixou na casa de Aninha e foi embora.
Hospital é um ambiente que cansa e eu havia passado a tarde inteira e um pouco da noite lá!
- Quer comer algo Madú? [Aninha]
- Estou sem fome Aninha, obrigada. A única coisa que eu quero é um banho e uma cama, estou exausta! [eu]
E foi assim. Tomei um banho e me deitei.
Era por volta de umas 22h e eu já estava dormindo.
Dia PUNK... Muito, muuuuuito PUNK!
- Posso entrar? [eu]
- Pode... [ela disse com uma cara de arrependimento]
Entrei e me sentei numa cadeira ao lado da cama. Segurei-lhe a mão.
- Porque fez isso? Quer me matar do coração? [eu]
- Agora você se importa? [Bruna]
- Eu sempre me importei! [eu]
- Se eu não podia te ter, pra que continuar sem a menina que eu amo?! [Bruna]
- Não seja tola Bruna! Tirar a própria vida? Acha mesmo que essa seria a solução? Não pense assim... [eu]
Bruna ficou um instante em silêncio...
- Me desculpe?! [Bruna]
- Me prometa que nunca mais vai fazer isso, ou algo parecido com isso, ou qualquer merda do tipo Bruna! [eu]
- Prometo! [bruna]
Um novo silêncio...
- Madú... [Bruna]
- Oi? [eu]
- Eu te amo! [Bruna]
- Com licença... A visita acabou. A paciente precisa descansar bem para que receba alta amanhã! [o médico chegou interrompendo a conversa]
- Cuide-se... Amanhã venho te buscar! [sai do quarto então]
Voltei para a sala de espera planejando como meu pai não iria sabe do ocorrido. Eu queria evitar interrogatório...
- Renata, preste atenção! Papai não pode saber disso. Então quando chegar em casa, diga para Nana não comentar nada com papai. Eu vou dormir na casa da Aninha, e para todos os casos, a Bruna está comigo lá! Certo?! [eu]
- Tudo bem... Já estava pensando em algo por causa do papai! [Renata]
- Então pronto, é isso... E NADA aconteceu... [eu]
- OK! [Renata]
- Certo Aninha?! [eu]
- Sem problemas... [Aninha]
Renata nos deixou na casa de Aninha e foi embora.
Hospital é um ambiente que cansa e eu havia passado a tarde inteira e um pouco da noite lá!
- Quer comer algo Madú? [Aninha]
- Estou sem fome Aninha, obrigada. A única coisa que eu quero é um banho e uma cama, estou exausta! [eu]
E foi assim. Tomei um banho e me deitei.
Era por volta de umas 22h e eu já estava dormindo.
Dia PUNK... Muito, muuuuuito PUNK!

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